{"id":2459,"date":"2020-10-23T13:45:50","date_gmt":"2020-10-23T12:45:50","guid":{"rendered":"https:\/\/sic.gov.ao\/?page_id=2459"},"modified":"2021-11-22T12:20:07","modified_gmt":"2021-11-22T11:20:07","slug":"sic-investigacao-criminal","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sic.gov.ao\/fr\/sic-investigacao-criminal\/","title":{"rendered":"Enqu\u00eate criminelle sic"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><div class=\"vc_row wpb_row vc_row-fluid vc_custom_1637579861426\"><div class=\"wpb_column vc_column_container vc_col-sm-10\"><div class=\"vc_column-inner\"><div class=\"wpb_wrapper\"><h3 class=\"sc_title sc_title_underline sc_align_left margin_top_tiny margin_bottom_small\" style=\"text-align:left;\"><b>SIC - Enqu\u00eate criminelle<\/b><\/h3><div class=\"vc_tta-container vc_tta-o-non-responsive\" data-vc-action=\"collapse\"><div class=\"vc_general vc_tta vc_tta-tabs vc_tta-o-shape-group vc_tta-has-pagination vc_tta-o-no-fill vc_tta-tabs-position-top  vc_tta-pageable\"><div class=\"vc_tta-panels-container\"><ul class=\"vc_general vc_pagination vc_pagination-style-outline vc_pagination-shape-round vc_pagination-color-grey\"><li class=\"vc_pagination-item vc_active\" data-vc-tab><a href=\"#1637577269647-3699e66e-53c6\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><li class=\"vc_pagination-item\" data-vc-tab><a href=\"#1637577269675-55d255be-918d\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><li class=\"vc_pagination-item\" data-vc-tab><a href=\"#1637577730720-254192ac-2da1\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><li class=\"vc_pagination-item\" data-vc-tab><a href=\"#1637577812732-8d426b10-4319\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><li class=\"vc_pagination-item\" data-vc-tab><a href=\"#1637577971867-deb2c495-e73a\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><li class=\"vc_pagination-item\" data-vc-tab><a href=\"#1637578011853-b849b87a-8f0b\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><li class=\"vc_pagination-item\" data-vc-tab><a href=\"#1637578117458-ba5fef00-22ab\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><li class=\"vc_pagination-item\" data-vc-tab><a href=\"#1637578225451-6dcfdffa-f8a0\" class=\"vc_pagination-trigger\" data-vc-tabs data-vc-container=\".vc_tta\"><\/a><\/li><\/ul><div class=\"vc_tta-panels\"><div  class=\"vc_tta-panel vc_active\" id=\"1637577269647-3699e66e-53c6\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637577269647-3699e66e-53c6\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<h5><strong>HISTORIAL DO SERVI\u00c7O DE INVESTIGA\u00c7\u00c3O CRIMINAL EM ANGOLA<\/strong><\/h5>\n<p>Os \u00f3rg\u00e3os de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal surgem pela primeira vez em Angola no ano de 1929, durante a recess\u00e3o econ\u00f3mica da \u00e9poca, atrav\u00e9s do Diploma Legislativo n.\u00ba 126, de 27 de Julho de 1929, do Alto Comiss\u00e1rio, que estabelece, no seu artigo 47.\u00ba, que para o primeiro provimento dos cargos de agentes de investiga\u00e7\u00e3o, seriam nomeados, em comiss\u00e3o de servi\u00e7o por quatro anos, indiv\u00edduos id\u00f3neos que, de prefer\u00eancia, tenham servido como tais, nas corpora\u00e7\u00f5es policiais da Metr\u00f3pole, ou de qualquer outra Col\u00f3nia, com boas informa\u00e7\u00f5es e que j\u00e1 tivessem prestado servi\u00e7o na Sec\u00e7\u00e3o de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal com, pelo menos, dois anos de servi\u00e7o efectivo.<\/p>\n<p>Por outro lado, para o primeiro provimento do cargo de Secret\u00e1rio da Investiga\u00e7\u00e3o Criminal, foi estabelecido pelo artigo 40.\u00ba do mesmo Diploma, que fosse nomeado em comiss\u00e3o de servi\u00e7o, por quatro anos, indiv\u00edduo id\u00f3neo que, preferencialmente, houvesse servido, com boas informa\u00e7\u00f5es, como chefe ou agente de investiga\u00e7\u00e3o criminal da Metr\u00f3pole.<\/p>\n<p>Antes de 1929 n\u00e3o existiam em Angola \u00f3rg\u00e3os de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal.<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica dos \u00f3rg\u00e3os de investiga\u00e7\u00e3o criminal em Angola, data de 1929 criada pelo ent\u00e3o Alto-comiss\u00e1rio sob Diploma Legislativo n\u00ba 126, de 27 de Julho. Em Angola, ainda col\u00f3nia foi criada a Sec\u00e7\u00e3o de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal \u201cSIC\u201d, integrada no Corpo de Pol\u00edcia da Prov\u00edncia de Angola, com compet\u00eancia para proceder \u00e0 instru\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria, realizando todas as investiga\u00e7\u00f5es e dilig\u00eancias necess\u00e1rias para a descoberta de todos os crimes, delitos e contraven\u00e7\u00f5es, fazendo apreens\u00f5es e praticando todos os demais actos e dilig\u00eancias necess\u00e1rias para a instru\u00e7\u00e3o dos respectivos processos.<\/p>\n<p><strong>Em 1955 foi alterada a org\u00e2nica da Pol\u00edcia de ent\u00e3o e de acordo com o Estatuto aprovado pelo Decreto 40225, de 5 de Julho de 1955 a Pol\u00edcia de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal passou a ser um \u00f3rg\u00e3o militarizado, integrado na Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica de Angola, sendo que o comandante do Corpo de Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica de Luanda superintendia em todos os\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div  class=\"vc_tta-panel\" id=\"1637577269675-55d255be-918d\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637577269675-55d255be-918d\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<p>Servi\u00e7os deste Corpo de Pol\u00edcia, \u00a0cargo que era exercido por interm\u00e9dio de Sec\u00e7\u00f5es, uma das quais a SEC\u00c7\u00c3O DE POL\u00cdCIA DE INVESTIGA\u00c7\u00c3O CRIMINAL, com compet\u00eancia para proceder, cont\u00ednua e permanentemente, \u00e0 instru\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria, realizando todas as investiga\u00e7\u00f5es e dilig\u00eancias necess\u00e1rias para o descobrimento e verifica\u00e7\u00e3o de todos os crimes, delitos e contraven\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A Direc\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal estava a cargo de um bacharel formado em Direito, denominado Director da Investiga\u00e7\u00e3o Criminal que, ao mesmo tempo, presidia a um Tribunal de Pequenos Delitos.<\/p>\n<p>A historia da investiga\u00e7\u00e3o criminal, tem ainda marcas na Pol\u00edcia Judici\u00e1ria no Ultramar, a partir de 1959, passou a chamar-se Pol\u00edcia Judici\u00e1ria do Ultramar e por for\u00e7a do Decreto-lei 43125\u00a0 de 19.08.1960, ficou sujeita \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o dos Procuradores da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p><u>J\u00e1 no ano da independ\u00eancia nacional e depois de c<\/u>riado em 1975 o Governo de Transi\u00e7\u00e3o, com um cidad\u00e3o de nacionalidade portuguesa como seu Alto Comiss\u00e1rio, copia-se o figurino portugu\u00eas e, tal como estava e est\u00e1 em Portugal, a Pol\u00edcia Judici\u00e1ria integra-se no Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e nele continua inserida, ap\u00f3s a Independ\u00eancia Nacional, at\u00e9 1978. Prevendo a fuga de quadros, no per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o para independ\u00eancia foram admitidos 80 candidatos \u00e0 Policia Judiciaria entre Maio \u00e0 Julho de 1975, depois de concurso documental e testes psicot\u00e9cnicos. De Agosto \u00e0 Outubro do mesmo ano na Escola n.\u00ba 5, pr\u00f3ximo ao edif\u00edcio da Ex. Pol\u00edcia Judici\u00e1ria, hoje rua do 1.\u00ba congresso do MPLA, foi ministrado um curso de admiss\u00e3o, no per\u00edodo de f\u00e9rias escolares. Assim de 01 \u00e0 28 de Novembro de 1975, com toda a press\u00e3o de defesa da P\u00e1tria, foram realizados os actos de tomada de posse destes novos quadros nacionais. Os \u00faltimos foram os primeiros.<\/p>\n<p>Consta que <em><u>no dia 28 de Novembro de 1975, tomaram posse os primeiros funcion\u00e1rios da Pol\u00edcia Judici\u00e1ria em Angola independente<\/u><\/em>, 17 dias da noite da dipanda. Este acto foi presidido pelo Director designado o Sr. \u00d3scar Gomes. Nesta data, foi empossado na categoria de Agente de 2.\u00aa classe de nomea\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria, o Exmo Sr. Valmiro da Cruz Verdades, por despacho do Ministro da Justi\u00e7a de 22 de Outubro de\u00a0 1975, publicado no Boletim Oficial n.\u00ba 15 de 27 de Novembro do mesmo ano.<\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div  class=\"vc_tta-panel\" id=\"1637577730720-254192ac-2da1\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637577730720-254192ac-2da1\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<p>Os quadros que ingressaram em Novembro de 1975, no alvor da independ\u00eancia nacional, participaram tamb\u00e9m nas ac\u00e7\u00f5es de asseguramento da \u201cDIPANDA\u201d.<\/p>\n<p>Os primeiros sinais de evolu\u00e7\u00e3o do ponto de vista t\u00e9cnico e profissional e de forma\u00e7\u00e3o de quadros, datam de 1978, quando um punhado de jovens funcion\u00e1rios regressavam de forma\u00e7\u00e3o na Rep\u00fablica de Cuba e URSS. Nesta altura ter\u00e3o sido promovidos as categorias de Agentes de 1.\u00aa e 2:\u00aa classes que mais tarde, na estrutura militarizada seriam promovidos a chefes de Brigadas:<\/p>\n<p><strong>\u00c0 Agente de 1.\u00aa classe:<\/strong><\/p>\n<p>Victor Jos\u00e9 Manuel Andrade, Ant\u00f3nio Viegas Baptista, Francisco Domingos Lu\u00eds, Francisco Oliveira Neto, Ludgero Ant\u00f3nio Chitas, Bento Pedro da Costa, Filipe Paulo, Jos\u00e9 de Jesus Peixoto, Manuel Sebasti\u00e3o de Sousa, Crist\u00f3v\u00e3o Manuel Mateus, Borges Ant\u00f3nio Crist\u00f3v\u00e3o, Nicolau Jo\u00e3o da Silva, Alfredo Manuel batalha, Eliseu Pinto Neto, Jo\u00e3o Cafala Neto, Francisco Feliciano J\u00fanior, Serafim Cagipungo, Francisco Catela dos Santos, Jos\u00e9 Correia Frederico Edmundo e Gon\u00e7alo Jos\u00e9 Francisco.<\/p>\n<p><strong>\u00c0 Agente de 2.\u00aa classe:<\/strong><\/p>\n<p>Foram promovidos 38 funcion\u00e1rios de uma extensa lista onde se destacam os nomes de Matias Castro da Silva, M\u00e1rio Ant\u00f3nio Francisco, Ant\u00f3nio Garcia Sim\u00f5es Vungo, Mariano Baptista, Jo\u00e3o Joaquim Borges, Jesus Sim\u00e3o Pedro, M\u00e1rio Augusto de Oliveira Santos, R\u00e1bida Ant\u00f3nio Amaro, An\u00edbal Congo Luacuti, Clementino de Jesus\u00a0 Poulson entre outros.<\/p>\n<p>No outro, e sendo extinta a Pol\u00edcia Judici\u00e1ria, foi criado o Departamento Nacional de T\u00e9cnica de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal, na Depend\u00eancia directa do Secret\u00e1rio de Estado da Ordem Interna. E mais tarde, atrav\u00e9s da Lei n.\u00ba 12\/78, de 26 de Maio, do ent\u00e3o Conselho da Revolu\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Popular de Angola, \u00e9 criada a Secretaria de Estado da Ordem Interna e define a sua organiza\u00e7\u00e3o, transferindo para esta Secretaria de Estado, a ent\u00e3o Pol\u00edcia Judici\u00e1ria \u2013 organismo que tinha por fim efectuar a investiga\u00e7\u00e3o dos crimes, descobrir os seus agentes e proceder \u00e0 instru\u00e7\u00e3o preparat\u00f3ria dos respectivos processos.<\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div  class=\"vc_tta-panel\" id=\"1637577812732-8d426b10-4319\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637577812732-8d426b10-4319\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<p><strong>SURGIMENTO DAS DIREC\u00c7\u00d5ES NACIONAIS DE INVESTIGA\u00c7\u00c3O CRIMINAL E DE INSPEC\u00c7\u00c3O E INVESTIGA\u00c7\u00c3O DAS ACTIVIDADES ECON\u00d3MICAS (DNIC E DNIIAE)<\/strong><\/p>\n<p>No diploma de 1981 surge, pela primeira vez a Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal designada, abreviadamente, por DNIC, na depend\u00eancia directa do respectivo Minist\u00e9rio do Interior e ao lado da Pol\u00edcia Popular, e em 18 de Setembro de 1981 surge a Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o das Actividades Econ\u00f3micas, Decreto n.\u00ba 80\/81, sob depend\u00eancia do Minist\u00e9rio do Interior.<\/p>\n<p>A DNIC, DNIIAE e o LCC do MININT s\u00e3o integrados, na Pol\u00edcia Popular, depois da aprova\u00e7\u00e3o, pelo Conselho de Ministros, em 21 de Junho de 1986, do Regulamento Org\u00e2nico desta Pol\u00edcia. Em 1986, com a aprova\u00e7\u00e3o do novo Regulamento para a Pol\u00edcia Popular, deixa de existir a designa\u00e7\u00e3o de Direc\u00e7\u00e3o Nacional e passa a ser Comando Geral da Pol\u00edcia Popular de Angola (CGPPA). A integra\u00e7\u00e3o na Pol\u00edcia Popular manteve-se no Estatuto Org\u00e2nico do Minist\u00e9rio do Interior, aprovado pelo Decreto n.\u00ba 10\/91, de 23 de Mar\u00e7o, do Conselho de Ministros.<\/p>\n<p>A essa nova Direc\u00e7\u00e3o Nacional \u201cDNIC\u201d, foi atribu\u00edda pelo Conselho de Ministros, atrav\u00e9s do estatuto org\u00e2nico da pol\u00edcia nacional, aprovado pelo decreto n\u00ba 20\/93 de 11 de Junho (art\u00ba32\u00ba) a compet\u00eancia gen\u00e9rica de proceder \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o de crimes ou delitos e a descoberta dos seus autores, para al\u00e9m do exerc\u00edcio do controlo do potencial delituoso e do seu \u00edndice de perigosidade, cabendo-lhe ainda a an\u00e1lise das causas e factores que geram ou facilitam a criminalidade e a delinqu\u00eancia.<\/p>\n<p>No mesmo sentido e de forma aut\u00f3noma surge a Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o as actividades, \u00f3rg\u00e3o de Pol\u00edcia criminal com compet\u00eancias para a investiga\u00e7\u00e3o e instru\u00e7\u00e3o processual dos crimes de natureza econ\u00f3mica, se apresentando tamb\u00e9m como Autoridade administrativa, com focos para a Inspec\u00e7\u00e3o \u00e0s actividades econ\u00f3micas e Instru\u00e7\u00e3o processual das contraven\u00e7\u00f5es, com o objectivo gen\u00e9rico de prevenir e reprimir a pr\u00e1tica de crimes contra a economia nacional e contra a sa\u00fade p\u00fablica e de um modo geral garantir a disciplina no exerc\u00edcio das actividades econ\u00f3micas.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Embora no mesmo ano, a DNIIAE-Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o das Actividades Econ\u00f3micas, e na base do Decreto n.\u00ba 80\/81, de 18 de Setembro, estava sob depend\u00eancia do Minist\u00e9rio do Interior e depois da Pol\u00edcia Nacional. Cuja data do seu surgimento ficou marcada em 18 de Setembro de 1981<\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div  class=\"vc_tta-panel\" id=\"1637577971867-deb2c495-e73a\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637577971867-deb2c495-e73a\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<p><strong>SOBRE O LABORAT\u00d3RIO CENTRAL DE CRIMINAL\u00cdSTICA<\/strong><\/p>\n<p>Uma pequena nota nesse historial recai para o Laborat\u00f3rio Central de Criminal\u00edstica, abreviadamente com a sigla L.C.C., surge em 26 de Maio de 1978, atrav\u00e9s da lei N\u00ba12\/78, que cria a Secretaria de Estado da Ordem Interna, publicado no Di\u00e1rio da Republica n\u00ba216, I\u00aa s\u00e9rie, de 12 de Setembro de 1978, como um dos \u00f3rg\u00e3os centrais dessa Secretaria. Extinta a Secretaria de Estado da Ordem Interna. A lei N\u00ba7\/79, de 22 de Junho, publicada no Di\u00e1rio da Republica N\u00ba157\/79, I\u00aa S\u00e9rie, de 4 de Julho de 1979, Cria o Minist\u00e9rio do Interior, O L.C.C. transita igualmente como um dos \u00f3rg\u00e3os centrais do Minist\u00e9rio sob depend\u00eancia directa do Ministro do Interior.<\/p>\n<p>Em 21 de Julho de 1986, por decis\u00e3o do conselho de Ministros de acordo com o novo estatuto org\u00e2nico da Pol\u00edcia Nacional, o LCC passou a constituir um \u00f3rg\u00e3o da Policia Nacional directamente dependente do Comandante Geral da Pol\u00edcia Nacional.<\/p>\n<p>Uma outra nota importante refere-se a ades\u00e3o de Angola a OIPC- INTERPOL, pois que a Rep\u00fablica de Angola aderiu a OIPC-Interpol durante a 51\u00aa Sess\u00e3o da Assembleia Geral, Reino da Espanha, tendo sido eleito como membro de plano direito da OIPC-Interpol, com 86 votos a favor, 4 contra, 1 absten\u00e7\u00e3o e 2 votos nulos, num universo de 93 votos poss\u00edveis, tornando-se no 124\u00ba pa\u00eds membro a aderir a Organiza\u00e7\u00e3o, cumprindo com as suas obriga\u00e7\u00f5es estatut\u00e1rias. Em Outubro de 1982, na 51:\u00aa Assembleia-geral, participaram neste acontecimento o Ministro do Interior Alexandre Duarte Rodrigues \u201cKito\u201d e o Director da DNIC, Bartolomeu Feliciano Ferreira Neto. De l\u00e1 at\u00e9 aos nossos dias o SIC, como \u00f3rg\u00e3o de Pol\u00edcia Criminal tem participado em todos os eventos desta organiza\u00e7\u00e3o intergovernamental, a segunda maior depois da ONU, com grande import\u00e2ncia que a mesma reveste no contexto mundial e na luta contra a delinqu\u00eancia transnacional. Sendo o Gabinete Nacional da Interpol. Dentro da estrutura o \u00d3rg\u00e3o de apoio t\u00e9cnico-policial, ao qual compete assegurar as rela\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o dos crimes comuns, transfronteiri\u00e7os e organizado transnacional e a coopera\u00e7\u00e3o prevista no Estatuto da OIPC \u2013 INTERPOL com os \u00f3rg\u00e3os nacionais e organismos de outros pa\u00edses que funcionam como Gabinetes Nacionais da Interpol.<\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div  class=\"vc_tta-panel\" id=\"1637578011853-b849b87a-8f0b\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637578011853-b849b87a-8f0b\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<p><strong><u>DATAS MARCANTES<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Ao longo dos anos p\u00f3s independ\u00eancia dirigiram a institui\u00e7\u00e3o os senhores:<\/p>\n<p>1-\u00d3scar Alexandre Silva Gomes;<\/p>\n<p>2-Armando Pinto Correia;<\/p>\n<p>3-Jos\u00e9 Henrique Seco;<\/p>\n<p>4-Bartolomeu Feliciano Ferreira Neto;<\/p>\n<p>5-Manuel Maria Gomes;<\/p>\n<p>6-Francisco Ant\u00f3nio Pestana;<\/p>\n<p>7-Manuel Jacinto da Cunha Van-D\u00fanem;<\/p>\n<p>8-Jos\u00e9 Manuel;<\/p>\n<p>9-Jo\u00e3o Paulo Neto;<\/p>\n<p>10-Ant\u00f3nio Cola\u00e7o;<\/p>\n<p>11-Jos\u00e9 Eduardo Sambo;<\/p>\n<p>12-Bartolomeu Feliciano Ferreira Neto;<\/p>\n<p>13-Eduardo B\u00e1rber Oct\u00e1vio;<\/p>\n<p>14-Eduardo Fernandes Cerqueira;<\/p>\n<p>15-Eug\u00e9nio Pedro Alexandre;<\/p>\n<p>Os trabalhadores da DNIC reunidos em assembleia no dia 19.05.2000, deliberaram instituir o dia 28 de Novembro de 1975 como sendo o dia da DNIC.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0 escolha da supracitada data, resulta fundamentalmente do facto de ter sido o dia em que na Angola independente tomaram posse os primeiros quadros nacionais, em fun\u00e7\u00e3o da fuga para o estrangeiro dos funcion\u00e1rios do aparelho estatal colonial, assumiram o controlo da execu\u00e7\u00e3o das tarefas atribu\u00eddas a ent\u00e3o Pol\u00edcia Judici\u00e1ria.<\/p>\n<p>Por outro lado na DNIIAE ficou marcado o 18 de Setembro de 1981, data da publica\u00e7\u00e3o em Di\u00e1rio da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>No dia 29 de Mar\u00e7o de 2008, por volta das 4 horas e 40 minutos, registou-se o desabamento do edif\u00edcio onde funcionava a Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal, por erros de concep\u00e7\u00e3o e de constru\u00e7\u00e3o. Foram resgatados 175 v\u00edtimas, que se encontravam na condi\u00e7\u00e3o de detidos, sendo: 145 pessoas com vida; 30 mortos, dos quais 19 do sexo masculino, 10 do sexo feminino e 1 crian\u00e7a.<\/p>\n<p>As For\u00e7as Protec\u00e7\u00e3o Civil, Bombeiros, Policiais, de Seguran\u00e7a, bem como a sociedade civil, empenharam-se activamente nas ac\u00e7\u00f5es de resgate e salvamento, seguran\u00e7a e recupera\u00e7\u00e3o dos meios t\u00e9cnicos.<\/p>\n<p>Foi salutar o comportamento e solidariedade demonstrada pela popula\u00e7\u00e3o, tanto que se n\u00e3o registou qualquer ac\u00e7\u00e3o de altera\u00e7\u00e3o da ordem e seguran\u00e7a relacionado com o sinistro.<\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div  class=\"vc_tta-panel\" id=\"1637578117458-ba5fef00-22ab\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637578117458-ba5fef00-22ab\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<p><strong>SURGIMENTO DO SERVI\u00c7O DE INVESTIGA\u00c7\u00c3O CRIMINAL (SIC)<\/strong><\/p>\n<p>Servi\u00e7o de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (SIC) absorveu todos os funcion\u00e1rios da Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (DNIC) e da Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o das Actividades Econ\u00f3micas (DNIIAE), que regressaram a tutela do MININT.<\/p>\n<p>Consta no novo organigrama do Minist\u00e9rio do Interior, no Decreto Presidencial n.\u00ba 209\/14 de 18 de Agosto, efectivos das duas institui\u00e7\u00f5es extintas transitaram para a nova institui\u00e7\u00e3o (SIC). O Servi\u00e7o de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal integra assim os servi\u00e7os centrais do Minist\u00e9rio do Interior, tal como a Pol\u00edcia Nacional, o Servi\u00e7o de Migra\u00e7\u00e3o e Estrangeiros, Servi\u00e7o Penitenci\u00e1rio e Servi\u00e7o de Protec\u00e7\u00e3o Civil e Bombeiros.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O SIC \u00e9 um dos \u00f3rg\u00e3os de grande import\u00e2ncia do Minist\u00e9rio do Interior, porque para al\u00e9m de proceder \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o de todos os crimes que ocorrem, desempenha tamb\u00e9m fun\u00e7\u00f5es judici\u00e1rias, auxiliando o Minist\u00e9rio P\u00fablico, sob direc\u00e7\u00e3o deste, na instru\u00e7\u00e3o dos processos-crime submetidos a tribunal, garantindo que a este seja presente o corpo de delito em condi\u00e7\u00f5es que lhe permita a realiza\u00e7\u00e3o efectiva da justi\u00e7a material.<\/p>\n<p>O Servi\u00e7o de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (SIC) \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o executivo central do Minist\u00e9rio do Interior criado em resposta \u00e0s exig\u00eancias atuais da pol\u00edtica criminal do pa\u00eds que, por um lado busca o refor\u00e7o das capacidades institucionais para a preven\u00e7\u00e3o e combate ao crime nas suas mais variadas manifesta\u00e7\u00f5es e dimens\u00f5es e, por outro, assegurar a paz e harmonia, num ambiente democr\u00e1tico, de tranq\u00fcilidade, liberdade e justi\u00e7a social. S\u00e3o ainda incumb\u00eancias do <strong>SIC,<\/strong> analisar as causas que geram a criminalidade e suas consequ\u00eancias e propor medidas que visam a sua preven\u00e7\u00e3o e repress\u00e3o.<\/p>\n<p>O SIC tem ainda a responsabilidade de realizar deten\u00e7\u00f5es, bem como revistas, buscas e apreens\u00f5es dos bens utilizados na pr\u00e1tica do il\u00edcito criminal, assim como prevenir e reprimir os crimes de branqueamento de capitais e conexos, bem como os de natureza inform\u00e1tica e econ\u00f3mico-financeiro.<\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><div  class=\"vc_tta-panel\" id=\"1637578225451-6dcfdffa-f8a0\" data-vc-content=\".vc_tta-panel-body\"><div class=\"vc_tta-panel-body\">\n\t\t\t<span class=\"vc_tta-panel-title\">\n\t\t\t\t<a  data-vc-container=\".vc_tta-container\" data-vc-accordion=\"\" data-vc-target=\"#1637578225451-6dcfdffa-f8a0\"><\/a>\n\t\t\t<\/span>\n\t\t\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<table width=\"674\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"52\">ANO<\/td>\n<td width=\"342\">NOME<\/td>\n<td width=\"279\">TUTELA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1929<\/td>\n<td width=\"342\">Sec\u00e7\u00e3o de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (SIC)<\/td>\n<td width=\"279\">Corpo de Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica de<\/p>\n<p>Angola (CPSPA)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1942<\/td>\n<td width=\"342\">Superintend\u00eancia da Subsist\u00eancia da Colonia de Angola<\/td>\n<td width=\"279\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1955<\/td>\n<td width=\"342\">Sec\u00e7\u00e3o de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (SIC)<\/td>\n<td width=\"279\">Pol\u00edcia de Seguran\u00e7a P\u00fablica de Angola (PSPA)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1957<\/td>\n<td width=\"342\">Inspec\u00e7\u00e3o da Economia<\/td>\n<td width=\"279\">Servi\u00e7os de Economia e Estat\u00edstica Geral<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1959<\/td>\n<td width=\"342\">Pol\u00edcia Judici\u00e1ria do Ultramar (PJ)<\/td>\n<td width=\"279\">Minist\u00e9rio Justi\u00e7a (MINJUS)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1967<\/td>\n<td width=\"342\">Inspec\u00e7\u00e3o das Actividades Econ\u00f3micas<\/td>\n<td width=\"279\">Direc\u00e7\u00e3o Provincial dos Servi\u00e7os de Economia<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1970<\/td>\n<td width=\"342\">Inspec\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio Interno<\/td>\n<td width=\"279\">Servi\u00e7o de Com\u00e9rcio e Abastecimento<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1971<\/td>\n<td width=\"342\">Inspec\u00e7\u00e3o Provincial das Actividades Econ\u00f3micas<\/td>\n<td width=\"279\">Direc\u00e7\u00e3o Geral da Economia<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1975<\/td>\n<td width=\"342\">Pol\u00edcia Judici\u00e1ria (PJ)<\/td>\n<td width=\"279\">Minist\u00e9rio Justi\u00e7a (MINJUS)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1975<\/td>\n<td width=\"342\">Inspec\u00e7\u00e3o Geral das Actividades Econ\u00f3micas<\/td>\n<td width=\"279\">Gabinete do 1\u00ba Ministro<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1977<\/td>\n<td width=\"342\">Inspec\u00e7\u00e3o das Actividades Econ\u00f3micas<\/td>\n<td width=\"279\">Ministro do Com\u00e9rcio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1979<\/td>\n<td width=\"342\">Departamento Nacional de T\u00e9cnica de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (DNTIC)<\/td>\n<td width=\"279\">Secretaria de Estado da Ordem Interna (SEOI)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">1979<\/td>\n<td width=\"342\">Departamento Nacional de T\u00e9cnica de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (DNTIC)<\/td>\n<td width=\"279\">Minist\u00e9rio do Interior (MININT)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" width=\"52\">1981<\/td>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal (DNIC)<\/td>\n<td rowspan=\"2\" width=\"279\">Minist\u00e9rio do Interior (MININT)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Criminal (DNIIAE)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" width=\"52\">1986<\/td>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Criminal (DNIC)<\/td>\n<td rowspan=\"2\" width=\"279\">Corpo de Policia Popular de Angola<\/p>\n<p>(CPPA\/MININT)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Criminal (DNIIAE)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" width=\"52\">1989<\/td>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Criminal e de Instru\u00e7\u00e3o Processual<\/p>\n<p>(DNIC e DNIP)<\/td>\n<td rowspan=\"2\" width=\"279\">Corpo de Policia Popular de Angola<\/p>\n<p>(CPPA\/MININT)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Criminal (DNIIAE)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" width=\"52\">1993<\/td>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Criminal (DNIC)<\/td>\n<td rowspan=\"2\" width=\"279\">Policia Nacional Angolana (PNA\/MININT)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"342\">Direc\u00e7\u00e3o Nacional de Inspec\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Criminal (DNIIAE)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"52\">2014<\/td>\n<td width=\"342\">At\u00e9 presente data<\/td>\n<td width=\"279\">Minist\u00e9rio do Interior (MININT)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n<\/div>"},"excerpt":{"rendered":"SIC - Investiga\u00e7\u00e3o Criminal HISTORIAL DO SERVI\u00c7O DE INVESTIGA\u00c7\u00c3O CRIMINAL EM ANGOLA Os \u00f3rg\u00e3os de Investiga\u00e7\u00e3o Criminal surgem pela primeira vez em Angola no ano de 1929, durante a recess\u00e3o 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